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Bohemian Rhapsody (Critica)

Por Francisco Lacerda

Um Génio vive para sempre! Passados mais de 20 anos as músicas dos Queen continuam a ser reconhecidas por todos os músicos de todo o mundo. Este é um filme para entender como foi formada a banda, e como sofreu Freddie com a solidão e a doença de SIDA.

O virus HIV é um virus que brevemente terá cura. Mas outras doenças estão a tornar-se cada vez mais resistentes aos tratamentos. Ou outras doenças ligadas aos DST, poderão aparecer. Este filme, bem como outros filmes, por exemplo, KIDS (1995) que voltou a ser transmitido na Cinemateca Portuguesa este verão, têm como objetivo mostrar que o perigo continua a existir, e que o preconceito tem de desaparecer. Até porque, a transmissão do vírus ocorre nas faixas etárias mais novas, e não é um vírus exclusivo dos homossexuais. A vida sexual, bem como a opção sexual, depende de cada um de nós, e a ninguém diz respeito. E isso tem de ser respeitado.

Este filme mostra que o sucesso não traz felicidade. A amizade é um valor que se conquista, e o amor algo raro, e que estamos sempre à procura.

Bohemian Rhapsody é um filme de drama biográfico britânico-estadunidense produzido por Graham King e Robert De Niro, e escrito por Justin Haythe e Anthony McCarten. O filme concentra-se num período de 15 anos, desde a formação da banda britânica de rock Queen, seu vocalista Freddie Mercury até a sua apresentação no Live Aid, em 1985, seis anos antes da morte de Mercury. O elenco principal é formado por Rami Malek, Ben Hardy, Gwilym Lee, Joseph Mazzello, Allen Leech e Lucy Boynton.

Este filme, certamente ganhará um Óscar, muito pela atuação de Rami Malek.

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